Revista Agrária Acadêmica
doi: 10.32406/v7n5/2024/82-89/agrariacad
Uso da Terapia Neural na distocia em jabuti-piranga – relato de caso.
Use of Neural Therapy in dystocia in piranga-tortoise – case report.
Simone Neuenschwander Champion1, Bruna Aparecida Lima Gonçalves
2, Leonardo Rocha Vianna
3
1- Médica Veterinária, proprietária da Clínica São Francisco em Divinópolis, Minas Gerais
2- Médica Veterinária autônoma, Mestrado UFMG. E-mail: bruna_alg@yahoo.com.br
3- Médico Veterinário reformado pela PMMG, Mestrado UFMG
Resumo
Os jabutis são quelônios de hábitos terrestres, cada vez mais estão sendo criados como animais de estimação, representando número crescente de animais atendidos na clínica veterinária de animais silvestres. A distocia ou retenção de ovos em quelônios tem grande relevância nas enfermidades que acometem o sistema genital destes animais, sendo o manejo inadequado a principal causa. A Terapia Neural é um tratamento que visa a homeostase do organismo, consiste na utilização de anestésicos locais em regiões corporais do paciente, escolhidas de acordo com o caso clínico. É difundida em diversos países e os trabalhos científicos evidenciam o seu reconhecimento internacional na cura de diversas enfermidades. O objetivo deste trabalho foi relatar um caso de distocia em uma jabota de 15 anos de idade, submetida ao tratamento com Terapia Neural, que após 2 sessões conseguiu realizar a postura de maneira natural.
Palavras chaves: Anestésicos locais. Autorregulação. Procaína. Quelônios. Retenção de ovos.
Abstract
Tortoises are terrestrial chelonians and are increasingly being raised as pets, representing a growing number of animals treated in wild animal veterinary clinics. Dystocia or egg retention in chelonians has great relevance in diseases that affect the genital system of these animals, with inadequate management being the main cause. Neural Therapy is a treatment that aims at the body’s homeostasis, consisting of the use of local anesthetics in the patient’s body regions, chosen according to the clinical case. It is widespread in several countries and scientific work shows its international recognition in curing various illnesses. The objective of this work was to report a case of dystocia in a 15-year-old jabota, submitted for treatment with Neural Therapy, who after 2 sessions managed to perform the posture naturally.
Keywords: Local anesthetics. Autoregulation. Procaine. Chelonians. Egg retention.
Introdução
Os jabutis são quelônios de hábitos terrestres, representam uma grande proporção dos animais atendidos na clínica veterinária de animais silvestres. Os répteis estão tendo mais espaço dentro dos lares brasileiros, como animais de companhia e os quelônios que mais têm sido mantidos em cativeiro como animal de estimação (MATIAS et al., 2006).
O manejo, o local, piso, temperatura e fotoperíodo inadequados contribuem para dificuldade de ovoposição, estes fatores podem ainda contribuir para a desnutrição e desidratação (ARCOVERDE, 2018; SAIM et al., 2022).
Existem vários fatores que contribuem para a retenção de ovos em répteis como: ovos com alterações de formato e tamanho, grandes ou deformados, doença osteometabólica, presença de corpo estranho, bolos fecais que obstruem o canal, traumas físicos, infecção bacteriana, distúrbios endócrinos, atonia muscular, neoplasias do aparelho reprodutor e fratura de pelve (MATIAS et al., 2006).
O prolapso de oviduto, pode ocorrer consequentemente à retenção de ovos (MATIAS et al., 2006). A radiografia auxilia no diagnóstico da retenção (RIVA et al., 2014; SAIM et al., 2022). O tratamento pode ser com utilização de medicamentos para favorecer a expulsão, como a ocitocina, ou ato cirúrgico, caso o tratamento medicamentoso não seja efetivo (MATIAS et al., 2006).
A Terapia Neural utiliza anestésicos locais em baixas concentrações e pode ser utilizada em diversas enfermidades, desordens funcionais, doenças inflamatórias, quadros agudos e crônicos. Seu objetivo é a autorregulação do organismo (GONÇALVES et al., 2021). Os anestésicos locais utilizados como agentes neurais terapêuticos possuem propriedades dielétricas e promovem o restabelecimento do potencial fisiológico de membrana celular da célula doente (CRUZ e FAYAD, 2011).
A procaína é o primeiro anestésico local sintético para uso injetável criada por Alfred Einhorn em 1905. É um éster degradado pelas pseudocolinesterases plasmáticas. Funciona como uma substância dielétrica que ativa eletricamente as células permitindo a repolarização celular, a troca de íons pela membrana plasmática e consequentemente o retorno das funções vitais das células (CASTRO, 2011). O cloridrato de procaína a 0,7% com bicarbonato de sódio apresenta um potencial elétrico de 207 mV (VIANNA e GONÇALVES, 2021).
As áreas corporais cronicamente alteradas causam danos e interferências locais e/ou sistêmicas, e são chamadas na Terapia Neural de “campos interferentes”. Após o estímulo neural terapêutico essa área se restabelece. Uma cicatriz pode ser um campo interferente, por exemplo (BELLA, 2011). As áreas de aplicação são escolhidas de acordo com o histórico de vida do paciente, como: cicatrizes, pontos de acupuntura, vasos, articulações, gânglios, intracavitária entre outras (VIANNA e GONÇALVES, 2017).
A Terapia Neural se encontra difundida na Áustria, Alemanha, Argentina, Canadá, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Chile, Espanha, Estados Unidos, Equador, México, Suíça e outros países (VIANNA e GONÇALVES, 2016).
O objetivo deste artigo é relatar a utilização da Terapia Neural no auxílio da ovoposição, de uma jabota de 15 anos em um caso de retenção de ovos.
Relato de caso
Foi atendido no dia 15 de agosto de 2022, na Clínica Veterinária São Francisco em Divinópolis, MG, uma Jabuti-piranga fêmea, Chelonoidis carbonaria, com aproximadamente 15 anos, pesando 4,4 Kg. Durante o histórico de vida o tutor relatou que fazia 5 dias que o animal estava apático, sem querer alimentar e apresentava sangramento na região da cloaca e exposição do oviduto.
Quando ainda era filhote, o tutor disse que a jabota apresentou quadro respiratório e conjuntivite no olho esquerdo e foi instituída antibioticoterapia por um longo período.
O animal vivia em um quintal com exposição de luz e calor natural, sem presença de macho no ambiente. Ao abordar sua história reprodutiva, foi esclarecido que já havia feito ovoposição anteriormente sem nenhuma intercorrência. A alimentação era feita à base de ração industrial para jabutis e ocasionalmente comia frutas e verduras.
Durante o exame clínico o animal mostrou-se apático, porém, todos os demais parâmetros vitais estavam dentro da normalidade para a espécie. O oviduto estava exposto com sinais de laceração. O animal foi internado com suspeita de retenção de ovos.
Realizou-se o exame radiográfico para o diagnóstico. As imagens foram compatíveis com presença de ovos, foram contabilizadas seis estruturas ovoides (Figura 1).

Figura 1 – imagem radiográfica demonstrando 6 ovos na cavidade celômica. (Acervo dos autores).
O tratamento clínico instituído inicialmente foi a Terapia Neural. Realizou-se aplicação da solução de Cloridrato de Procaína a 0,7%, em região cérvico torácica esquerda, aplicações na região do oviduto e região pélvica, totalizando 3,0 ml de solução (Figuras 2 e 3).
Realizou também a aplicação de vapor de água quente. Logo após a aplicação e durante o aquecimento o animal já estava alimentando. Repetimos o aquecimento por 2 dias consecutivos, 2 vezes ao dia durante 10 minutos. A jabota já estava ativa e se alimentando bem. O animal foi para casa, instituímos uma adequação da dieta, incluindo frutas, verduras e proteína animal. Após 2 dias a paciente realizou a postura de 4 ovos no quintal.
No dia 29 de agosto a Jabota retorna a clínica para nova avaliação, a tutora relata que ela estava bem ativa e alimentava normalmente, porém ainda existia exposição do oviduto. Realizou novo exame radiográfico onde se pode observar a presença ainda de 2 ovos.
Novamente realiza-se a Terapia Neural, em região pélvica, oviduto e acuponto 2, atrás no canto externo do olho esquerdo e acuponto 11, no membro pélvico, no ponto metatársico (Figuras 4 e 5). No dia seguinte, a paciente fez a postura dos 2 ovos restantes.
A paciente apresentou uma recuperação completa e recebeu alta.

Figura 2 – aplicação de cloridrato de procaína 0,7% (Acervo dos autores).

Figura 3 – aplicação de cloridrato de procaína 0,7% (Acervo dos autores).

Figura 4 – aplicação de cloridrato de procaína no acuponto 02 (Acervo dos autores).

Figura 5 – aplicação de cloridrato de procaína no acuponto 11 (Acervo dos autores).
Discussão
Muitos tutores, por erro de manejo ou falta de conhecimento, contribuem para distúrbios nutricionais dos animais em cativeiro. É necessário que o ambiente apresente condições favoráveis para a saúde e sobrevivência, uma alimentação adequada, um piso adequado, temperatura e luminosidade (PARANZINI et al., 2008). É de extrema importância a conscientização de tutores de jabutis sobre o correto manejo e particularidades da espécie.
Há uma grande diferença na abordagem clínica e terapêutica entre a medicina de animais domésticos e a de silvestres. É estressante a adaptação de animais de vida livre para um novo habitat, o manejo tem que ser cuidadoso (BRITO, 2021).
Riva et al., 2015 relatam o tratamento conservativo como o uso de fármacos para auxiliar no processo. No caso relatado, não foi necessária a intervenção cirúrgica, foi realizado o tratamento conservativo com a utilização de cloridrato de procaína em algumas regiões, entre elas, em pontos de acupuntura (acupontos). As doses de anestésicos locais utilizadas em répteis ainda precisam de mais aprofundamento e estudos para se chegar em dosagens seguras sem provocar efeitos colaterais (ARCOVERDE, 2018).
A acupuntura em silvestres pode ajudar a tratar diversas enfermidades. (SCHOEN, 2006; KANEKO, 2010). Segundo Fernandes (2016) na espécie Chelonoidis carbonaria, foram identificados 14 acupontos, na cabeça (4 pontos); no tronco (1 ponto); nos membros torácicos (3 pontos); nos membros pélvicos (4 pontos); na cauda (2 pontos).
Chelonoidis carbonaria tem características morfológicas que dificultam a localização e o tratamento dos acupontos, como: o recolhimento da cabeça, patas e caudas quando manuseados; a espessura grossa da pele e o plastrão ventral e carapaça dorsal rígidos, formados por placas ósseas e córneas de queratina inviabilizam a maioria dos locais possíveis de aplicação (FERNANDES, 2016).
A farmacopuntura ou injeção de fármacos nos pontos de acupuntura tem sido utilizada em diversos animais, ela possibilita o uso de subdoses de fármacos e produz um efeito prolongado e similar à dose convencional, com a vantagem de causar menos efeitos colaterais (BRITO, 2021).
Após a estimulação do acuponto ocorre a transmissão de sinais ao sistema nervoso que gera uma resposta benéfica ao organismo (FERNANDES, 2016). A acupuntura visa o retorno da homeostase do indivíduo, o estímulo dos acupontos pode ser realizado por diferentes vias como agulhamento, calor, estímulo elétrico e através de medicamentos (FONSECA e VIANNA, 2016). Os efeitos da acupuntura e da Terapia Neural podem ser evidenciados tanto no local da aplicação, como em áreas distantes (GONÇALVES et al., 2019; VIANNA e GONÇALVES, 2024).
Na profundidade dos acupontos existem feixes com nervos e vasos envolvidos por bainha de tecido conjuntivo frouxo. O feixe neurovascular perfura a fáscia superficial para alcançar a área subcutânea do acuponto. Na estimulação do acuponto ocorre uma comunicação com os órgãos internos (FERNANDES, 2016; ALVES, 2022).
A Acupuntura e a Terapia Neural são medicinas regulatórias e minimamente invasivas, possuem uma visão e abordagem integral do paciente (MOLANO et al., 2014).
Este animal pelo seu histórico de vida, já havia apresentado anteriormente pneumonia e conjuntivite mostrando adoecimento, o corpo do paciente vai sinalizando que algo no seu dia a dia, precisa ser mudado para evitar novos adoecimentos. A célula enferma perde a capacidade de responder a estímulos e permanece despolarizada, e essas informações podem permanecer no organismo e contribuir para novos adoecimentos, mas com o estímulo do agente terapêutico neural, a célula pode recuperar a função fisiológica e o paciente recuperar a homeostase (CASTRO, 2011).
Atualmente ocorre um aumento da popularidade dos animais silvestres e exóticos como animais de estimação, o que resulta numa demanda crescente de atendimentos pelos médicos veterinários. A literatura sobre os tratamentos integrativos ainda é escassa. É necessário o incentivo para que ocorram mais estudos entre esses para que aumentem as publicações para contribuir nas mais diversas formas de tratamento, com objetivo de curar ou melhorar a qualidade de vida dos animais.
A Terapia Neural tem um “olhar e uma abordagem sistêmica/integral”, “enxergar o paciente” com singularidade, não seguindo um padrão predeterminado, sendo assim cada paciente recebe um tratamento individualizado. Todo ser é um sistema termodinamicamente aberto, como todas as coisas vivas sofrem influências do meio externo e necessitam de constantes adaptações. O corpo todo se comunica através de diferentes vias de comunicação corporal e que permitem a homeostase.
Considerações finais
A acupuntura assim como a Terapia Neural pode levar à normatização dos padrões fisiológicos por acionamento de dispositivos de autorregulação homeostáticos.
Tendo em vista a efetividade e rapidez de resposta ao tratamento no presente relato a Terapia Neural se mostra como uma opção promissora oferecendo qualidade de vida.
A resposta ao tratamento é individual, todo organismo tem capacidade de se reequilibrar após o estímulo correto.
As medicinas integrativas estão em ascensão, o paciente é avaliado como um todo e em muitos quadros a integração de tratamentos é benéfica. Os tutores devem ser orientados de maneira correta quanto ao manejo, alimentação e hábitos de acordo com a espécie como foi neste caso.
Conflito de interesses
Os autores declaram não haver conflito de interesses.
Contribuição dos autores
Os autores declaram que todos contribuíram por igual na confecção do artigo.
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Recebido em 12 de abril de 2024
Retornado para ajustes em 16 de novembro de 2024
Recebido com ajustes em 17 de novembro de 2024
Aceito em 19 de novembro de 2024