Revista Agrária Acadêmica
doi: 10.32406/v8n3/2025/19-25/agrariacad
Relação entre o grau de classificação do corpo lúteo e a taxa de concepção de receptoras e embrião bovino produzidos in vitro. Relationship between the degree of classification of the corpus luteum and the conception rate of recipients and bovine embryos produced in vitro.
Lucas Martins Roveda
1 , Angela dos Santos Delmachio1 , Hemerson Tavares Silva de Araujo1, Lucas Winter de Almeida Soares
2 , Sallomão Dhankel da Silva Lima
2 , Pedro Lucas Ferreira Novais
2 , Vitor Cesar Côrtes Lima2 , Giancarlo Rieger
3
1- Discente do Curso de Medicina Veterinária, Faculdade Marechal Rondon – FARON, Vilhena/RO – Brasil.
2- Discente do Curso de Medicina Veterinária, Instituto Federal de Rondônia – IFRO, campus Jaru/RO – Brasil.
3- Docente do Curso de Medicina Veterinária, Faculdade Marechal Rondon – FARON, Vilhena/RO – Brasil.
*Autor para correspondência: E-mail: lucasrodevah@gmail.com
Resumo
A transferência de embriões (TE) é uma biotecnologia mundialmente difundida, com o objetivo principal de produzir um número elevado de descendentes geneticamente superiores por fêmea dentro de uma estação de monta. No entanto, para que se obtenha resultados satisfatórios, alguns fatores devem ser considerados, como a temperatura do ambiente, a qualidade do embrião e a classificação das receptoras. Diante disso, este trabalho teve como objetivo avaliar a influência que a classificação do corpo lúteo, com a adição do uso do ultrassom em modo Doppler, possui em relação à taxa de concepção de receptoras de embrião bovino. Para tanto, foram analisados dados retrospectivos de aproximadamente 3.162 receptoras de embriões provenientes de fazendas selecionadas no estado de Rondônia, que adotam a TE como método para a multiplicação de genética superior. A avaliação das receptoras foi realizada com base em registros de ultrassonografia Doppler, que proporciona maior precisão na classificação do corpo lúteo. O projeto foi conduzido em parceria com um laboratório especializado em produção e transferência de embriões, que forneceu os dados necessários para a pesquisa. As receptoras que apresentaram CL grau 1 obtiveram um índice prenhez de 48%, as de grau 2 de 43% e as de grau 3 de 32%, estes resultados ressaltam a relevância dessas observações no contexto da reprodução bovina, a análise dos dados permitiu identificar como diferentes classificações do corpo lúteo afetam a taxa de concepção, contribuindo para a melhoria das práticas de TE e a maximização dos resultados produtivos.
Palavras-Chave: Fertilização in vitro. Reprodução. Transferência de embriões.
Abstract
Embryo transfer (ET) is a worldwide biotechnology, with the main objective of producing a high number of genetically superior offspring per female within a breeding season. However, in order to obtain satisfactory results, some factors must be considered, such as the ambient temperature, the quality of the embryo and the classification of the recipients. Therefore, this study aimed to evaluate the influence that the classification of the corpus luteum, with the addition of the use of ultrasound in Doppler mode, has in relation to the conception rate of bovine embryo recipients. To this end, retrospective data from approximately 3,162 recipients of embryos from selected farms in the state of Rondônia, which adopt TE as a method for multiplying superior genetics, were analyzed. The evaluation of the recipients was carried out based on Doppler ultrasound recordings, which provides greater precision in classifying the corpus luteum. The project was conducted in partnership with a laboratory specialized in embryo production and transfer, which provided the necessary data for the research. The recipients who presented CL grade 1 obtained a pregnancy rate of 48%, those with grade 2 of 43% and those with grade 3 of 32%, these results highlight the relevance of these observations in the context of bovine reproduction, data analysis allowed us to identify how different classifications of the corpus luteum affect the conception rate, contributing to the improvement of ET practices and the maximization of productive results.
Keywords: In vitro fertilization. Reproduction. Embryo transfer.
Introdução
Uma biotecnologia mundialmente difundida, a transferência de embriões possui o objetivo principal de produzir um número elevado de descendentes geneticamente superiores por fêmea, diferentemente dos resultados obtidos fisiologicamente durante uma vida reprodutiva (PAZZIM, 2021). Além disso, um dos fatores mais importantes para se determinar o uso de uma receptora é a presença e a qualidade do CL no dia da TE. Essa qualidade é tipicamente avaliada para seleção de receptoras através da palpação transretal ou pela ultrassonografia em modo-B para se determinar o tamanho do CL. Entretanto, estas estratégias podem resultar na transferência de embriões para um útero não receptivo com a presença de um CL pouco ou sem função (GRÁZIA, 2021)
A parte em que o embrião é reconstituído e inicia a maturação ocorre em laboratórios com instrumentos específicos e ambientes altamente controlados. Depois, o embrião é preparado para ser implantado no útero de uma vaca receptora até seu desenvolvimento completo e parto, realizado em fazendas ou centrais de receptoras. A escolha das receptoras é de fundamental importância para o sucesso da TE (MORAIS et al., 2021).
A taxa de concepção após a transferência de embrião é muito influenciada pelas condições e pela preparação das receptoras. Fêmeas selecionadas para serem receptoras devem ser boas reprodutoras, com trato genital livre de infecção, ciclo estral de duração normal e boa condição corporal (NOGUEIRA et al., 2020).
A caracterização do corpo lúteo (CL) fornece informações importantes sobre o estado reprodutivo da fêmea bovina e possibilita a adequação de procedimentos de manipulação ou sincronização do ciclo estral (ANDRADE et al., 2012). A seleção das receptoras no dia da transferência de embriões geralmente é realizada levando-se em consideração o tamanho do CL à palpação transretal. Este método, apesar da praticidade e facilidade de execução, apresenta limitação na avaliação, dada a sua baixa sensibilidade e especificidade (TAMBULENI et al., 2019).
O trabalho realizado por Pugliesi (2017) mostrou que a escolha das receptoras pela projeção do CL através da ultrassonografia em modo Doppler se mostrou de uma eficiência satisfatória. A adição do uso do ultrassom em modo Doppler permite uma avaliação detalhada do CL, medindo o fluxo sanguíneo e a massa luteal total, fatores diretamente correlacionados com os níveis de progesterona (P4), essencial para a viabilidade da gestação. Um CL com projeção grande pode apresentar uma concentração de progesterona elevada, o que viabiliza a manutenção da gestação, enquanto um CL com projeção menor pode apresentar massa luteal total pequena e concentração de progesterona inferior. Assim, a projeção pode estar relacionada ao tamanho do CL. Um método mais eficiente de estimar a massa luteal total por palpação transretal é pelo aumento de volume que o CL proporciona ao ovário no qual está presente (PAZ; BARUSELLI, 2019).
O presente estudo teve como objetivo central avaliar a relação entre a classificação do CL com a taxa de concepção de receptoras de embrião bovino. Através dessa análise, buscou identificar pontos críticos dentro do processo de produção e transferência de embriões, manejo e avaliação das receptoras que pudessem comprometer o sucesso dessa técnica.
Material e métodos
O estudo foi conduzido com dados retrospectivos dos meses de outubro de 2023 a março de 2024 em 8 Municípios do Estado de Rondônia, a obtenção dos dados aconteceu através de planilhas cedidas pelo laboratório localizado no Município de Ariquemes. Para tanto, foram utilizadas aproximadamente 3.000 receptoras da raça nelore e cruzamento industrial, F1 de angus, tendo idade superior a 24 meses e (ECC de 3 ± 5, escala de 1-5 (PAZZIM, 2021) provenientes do rebanho de fazendas selecionadas que adotam a TE com biotecnologia reprodutiva. Os animais estavam em criação extensiva, mantidos em pastagens predominantemente formadas por Braquiária com sombreamento natural e fornecimento de água e mistura mineral vitaminada à vontade. Todos os animais foram previamente submetidos a um manejo sanitário que objetiva imunizá-las contra IBR, BVD e leptospirose. Posteriormente foram submetidas ao protocolo de transferência de embriões em tempo fixo (TETF).
Foi utilizado um único protocolo hormonal para todos os animais, que iniciará com a colocação de um implante intravaginal de progesterona (P4) e a aplicação intramuscular de 2 mg de benzoato de estradiol (BE) no início do protocolo. Oito dias após o implante de P4 foi retirado e procedida a aplicação intramuscular de 0,526 mg de cloprostenol sódico (PGF2α), 300 UI de eCG e 1 mg de cipionato de estradiol (CE). A ocorrência da maior parte das ovulações é esperada para dez dias após o início do protocolo hormonal. Este dia é considerado o D10 experimental, a transferência dos embriões será realizada no D17.
Inicialmente as receptoras foram contidas em um brete convencional para facilitar a transferência de embriões e preservar a integridade física do animal e do técnico. Antes da inovulação, as receptoras foram avaliadas por palpação retal para determinação da presença do CL e o lado dele (ovário direito ou esquerdo), bem como para a classificação em 1 – excelente, 2 – bom, 3 – regular.
A adição do uso de ultrassom em modo Doppler permitiu uma avaliação mais precisa do corpo lúteo, medindo o fluxo sanguíneo e a massa luteal total para fornecer informações detalhadas sobre a funcionalidade do CL, aumentando a precisão na seleção das receptoras. Apenas os animais com CL foram selecionados para receber embriões. Em seguida, os embriões produzidos in vitro foram transferidos no terço final do corno uterino ipsilateral ao ovário com CL presente. A transferência dos embriões foi realizada por técnicos especializados do laboratório, pelo método transcervical.
A TE teve início com a prévia higienização da região da vulva com água e papel toalha. Com a ajuda de um aplicador do tipo Hannover revestido com uma camisa sanitária, o embrião foi introduzido até a vagina. Após a passagem do primeiro anel da cérvix, a camisa sanitária foi rompida e os demais anéis passados. Posteriormente, o aplicador foi direcionado ao corno uterino ipsilateral ao ovário com a presença de um CL, sendo o embrião depositado no terço final deste corno. O diagnóstico de prenhez foi realizado entre 30 e 35 dias após a inovulação, por ultrassonografia, e confirmado 60 dias após a inovulação por palpação retal. A princípio, a taxa de concepção foi correlacionada com a classificação do grau de cada corpo lúteo presente nas receptoras. Figura 1 representa a localização dos municípios onde a pesquisa foi desenvolvida.
Resultados e discussão
A classificação do corpo lúteo teve resultados diferentes quanto a taxa de concepção observados na Tabela 1. Taxa de concepção geral do trabalho foi de 41% em transferência de embriões a fresco. Resultado similar ao encontrado por Andrade et al. (2012) com valor de 39,1% de concepção em embriões de doadoras nelore. Em pesquisa conduzida por Tambuleni et al. (2019) obteve taxa geral de gestação observadas no D30 foi de 37,2% (99/266). O fluxo sanguíneo do CL observado no dia da TE, neste estudo, não interferiu (P > 0,05) na taxa de gestação observada posteriormente no D30. Desta forma, a intensidade do fluxo sanguíneo presente na estrutura lútea no momento da inovulação embrionária não se mostrou eficiente para seleção de receptoras de embrião bovino. O que diverge do encontrado no presente estudo, que mostra como a classificação das receptoras previamente a inovulação é metodologia eficaz para alcançar maiores índices de prenhez.

Figura 1 – Local de desenvolvimento da pesquisa. Fonte: Google Maps.
Segundo Pugliesi et al. (2016) estudando o impacto do fluxo sanguíneo do CL momentos antes da TE de 329 receptoras bovinas observaram taxas de prenhez de 45,1%B (37/82), 55,9%AB (57/102) e 62,3%A (38/61) (P < 0,05) em grupos de receptoras que apresentavam fluxo sanguíneo baixo (≤ 40%), médio (45 a 50%) ou alto (≥55%), respectivamente, validando a teoria que existe relação entre grau de classificação de corpo lúteo e taxa de prenhez na transferência de embriões.
Tabela 1 – Efeito do tamanho do corpo lúteo sobre a taxa de prenhez em transferência de embriões.
Classificação |
Número de animais |
Prenhezes positivas |
Prenhezes negativas |
% de prenhezes |
Grau I |
1032 |
496 |
536 |
48% |
Grau II |
1076 |
463 |
613 |
43% |
Grau III |
1054 |
338 |
716 |
32% |
Dentro das classificações de corpo lúteo avaliadas, o Grau I determinou a maior taxa de concepção dos grupos experimentados, a classificação do CL é de acordo a avaliação com modo doppler, tanto pela vascularização, quanto pela sua morfologia e tamanho. Alguns autores relatam que o maior diâmetro do folículo ovulatório também se relaciona com o maior tamanho do corpo lúteo e, consequentemente, com elevada habilidade em manter a gestação (LONERGAN et al., 2013; RIBEIRO FILHO et al., 2013).
Em trabalho desenvolvido por Veloso Neto et al. (2014), os resultados obtidos com a classificação do corpo lúteo com grau I, II e III, foram de 41,4%, 33,6% e 21,9%, respectivamente. Conforme o encontrado no presente estudo, com 48%, 43% e 32%, classificando os graus I, II e III. A acurácia das informações também foi observada por Trenkel et al. (2022) em um trabalho desenvolvido com doadoras da raça Nelore e Holandês, com 419 transferências de embrião.
Em programas de TE após observação de cio ou em tempo fixo, um dos fatores mais importantes para se determinar o uso de uma receptora é a presença e a qualidade do CL presente. Essa qualidade é tradicionalmente avaliada para seleção de receptoras através da palpação transretal ou pela ultrassonografia em escala-de-cinza para se determinar o tamanho do CL. Entretanto, estas estratégias podem resultar na transferência de embriões para um útero não receptivo devido à presença de um CL pouco ou não-funcional, já que a funcionalidade luteal (secreção de P4) não pode ser acessada por estas avaliações. Desta forma, Pinaffi et al. (2015) avaliaram receptoras através da ultrassonografia Doppler no dia da transferência e classificaram retrospectivamente estas fêmeas como baixa (≤40% de sinais coloridos indicando vascularização no CL) ou alta vascularização luteal (>40%). Apesar do reduzido número de animais usados nesse estudo foi verificado que nenhuma (n=0/12) das receptoras com baixa vascularização no CL foi diagnosticada como gestante; entretanto, a taxa de gestação foi de 48,4% (n=15/31) nas receptoras com alta vascularização luteal. O mais interessante nesse estudo é que apesar da diferença na proporção de vascularização entre estes dois grupos, o diâmetro médio do CL foi semelhante entre as vacas com baixa (17,5 mm) ou alta vascularização (17,0 mm).
A avaliação ultrassonográfica do CL com consequente estimativa de seu status funcional é um aspecto importante para o manejo reprodutivo e foi inicialmente desenvolvida como ferramenta de diagnóstico em adição à palpação transretal em vacas de leite e corte. Apesar da avaliação do tamanho de tecido luteal estar positivamente correlacionada com as concentrações circulantes de P4 e servir assim como um indicativo da função luteal, durante o período de regressão do CL esta correlação é menor devido as taxas de decréscimo serem mais rápidas para P4 do que para o tamanho do CL (KASTELIC et al., 1990; ASSEY et al., 1993). Desta forma, observa-se através destes primeiros estudos que a ultrassonografia Doppler pode ser utilizada para se descartar receptoras que apresentem CL afuncional e para selecionar receptoras que teriam uma melhor receptividade e assim seria uma alternativa para se direcionar embriões de maior prioridade para se obter uma gestação. Isto poderia promover um ganho na eficiência reprodutiva em programas de TETF visto que não se perderia embriões transferidos em receptoras com CL não-funcional, e em caso de excedente de receptoras poderia dar preferência para fêmeas com média a alta vascularização luteal.
Conclusão
Diante do exposto, fica evidenciado que a utilização da ultrassonografia em modo doppler para a classificação do corpo lúteo é uma ferramenta que aumenta os índices finais de prenhez. Ademais, a classificação das receptoras também corrobora para alcançar números expressivos dentro do programa de transferência de embriões.
Conflitos de interesse
Não houve conflito de interesses dos autores.
Contribuição dos autores
Lucas Martins Roveda – coleta de dados, interpretação dos resultados e redação; Angela dos Santos Delmachio – coleta de dados; Hemerson Tavares Silva de Araujo – coleta de dados; Lucas Winter de Almeida Soares – coleta de dados e interpretação dos resultados; Sallomão Dhankel da Silva Lima – coleta de dados; Pedro Lucas Ferreira Novais – coleta de dados; Vitor Cesar Côrtes Lima – análise dos dados; Giancarlo Rieger – revisão do texto, orientação e correções.
Apoio financeiro
Faculdade de Medicina Veterinária Marechal Rondon – FARON.
Agradecimentos
A Faculdade de Medicina Veterinária Marechal Rondon – FARON – e as empresas fornecedoras dos insumos.
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Recebido em 24 de setembro de 2024
Retornado para ajustes em 19 de maio de 2025
Recebido com ajustes em 28 de maio de 2025
Aceito em 9 de junho de 2025