Revista Agrária Acadêmica
doi: 10.32406/v9n1/2026/1-7/agrariacad
Influência do silício na germinação e desenvolvimento inicial da cultura do milho. Influence of silicon on germination and initial development of corn crops.
Antonio Carlos Buchelt
1*, Jamili da Silva Felder
2, Aline Madalena Escher2
1- Docente do Curso de Engenharia Agronômica, Universidade do Estado de Mato Grosso – UNEMAT
, Campus Alta Floresta/MT – Brasil. E-mail: antoniobuchelt@hotmail.com
2- Discente do Curso de Engenharia Agronômica, Universidade do Estado de Mato Grosso – UNEMAT
, Campus Alta Floresta/MT – Brasil.
Resumo
O silício é um elemento benéfico para gramíneas, conhecido por aumentar a resistência das plantas a estresses bióticos e abióticos, como ataques de patógenos, deficiência hídrica e salinidade. O presente estudo avaliou o efeito da aplicação de diferentes fontes e doses de silício na germinação e o desenvolvimento inicial das plântulas. Foram utilizadas três fontes de silício: dióxido de silício, silicato de potássio e silicato de sódio e potássio, aplicadas nas doses de 30, 60 e 120 g de Si para cada 100 kg de sementes. A germinação foi avaliada sete dias após o início do experimento, considerando-se sementes com radícula primária de 2 mm como germinadas e plântulas normais. Os resultados indicaram que a aplicação de silício não afetou significativamente a germinação nem a porcentagem de plântulas normais, com todas as amostras apresentando taxas superiores a 87% e alta qualidade fisiológica. Entretanto, o silicato de sódio e potássio destacou-se como a fonte mais eficiente para o desenvolvimento inicial das plântulas, apresentando maiores médias de massa verde e seca, tanto da parte aérea quanto do sistema radicular. Esse desempenho sugere que a escolha da fonte de silício é determinante para otimizar os efeitos do tratamento de sementes. Os dados obtidos demonstram que o uso de silício via tratamento de sementes pode ser uma prática promissora para melhorar o vigor inicial do milho, contribuindo para o estabelecimento mais rápido e saudável das plântulas. Entretanto, as respostas da cultura são dependentes da fonte e da dose de silício utilizada, indicando a necessidade de novos estudos que explorem diferentes concentrações, fontes e condições ambientais, de modo a subsidiar recomendações agronômicas mais precisas e eficientes para a cultura do milho.
Palavras-chave: Zea mays L. Tratamento de sementes. Silício em gramíneas.
Abstract
Silicon is a beneficial element for grasses, known to increase plant resistance to biotic and abiotic stresses, such as pathogen attacks, water deficit, and salinity. This study evaluated the effect of applying different sources and doses of silicon on germination and early seedling development. Three silicon sources were used: silicon dioxide, potassium silicate, and sodium-potassium silicate, applied at doses of 30, 60, and 120 g of Si per 100 kg of seeds. Germination was assessed seven days after the start of the experiment, considering seeds with a 2 mm primary radicle as germinated and normal seedlings. The results indicated that silicon application did not significantly affect germination or the percentage of normal seedlings, with all samples showing rates above 87% and high physiological quality. However, sodium and potassium silicate stood out as the most efficient source for initial seedling development, presenting higher average green and dry mass for both shoots and roots. This performance suggests that the choice of silicon source is crucial for optimizing the effects of seed treatment. The data obtained demonstrate that the use of silicon via seed treatment can be a promising practice for improving early corn vigor, contributing to faster and healthier seedling establishment. However, crop responses depend on the source and dose of silicon used, indicating the need for further studies exploring different concentrations, sources, and environmental conditions to support more precise and efficient agronomic recommendations for corn.
Keywords: Zea mays L. Seed treatment. Silicon in grasses.
Introdução
O milho (Zea mays L.) é uma gramínea da família Poaceae, amplamente cultivada no Brasil, especialmente nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul, sendo essencial para a produção de alimentos e ração animal. Na safra 2024/25, a produção brasileira de grãos foi estimada em 345,2 milhões de toneladas, com destaque para o milho, que apresentou um aumento significativo na produção (CONAB, 2025).
Diante dos desafios impostos pelas mudanças climáticas, como estresses hídricos e salinos, a busca por tecnologias que promovam a sustentabilidade e a produtividade das culturas torna-se essencial. Nesse contexto, a adubação com silício (Si) tem se destacado por seus efeitos benéficos em gramíneas como o milho. Estudos recentes indicam que o Si contribui para o aumento da resistência das plantas a pragas e doenças, melhora a tolerância ao estresse hídrico e salino, além de fortalecer as paredes celulares, conferindo maior rigidez às plantas (GETAP, s.d.).
Embora o silício não seja considerado um nutriente essencial para todas as plantas, ele é classificado como benéfico, especialmente para espécies como o milho, que apresentam alta taxa de absorção desse elemento. Sua aplicação pode ser realizada via solo, foliar ou, mais recentemente, por meio do tratamento de sementes, garantindo absorção desde as fases iniciais do desenvolvimento da planta (NETTA et al., 2022).
O tratamento de sementes com silício tem se mostrado uma estratégia promissora para melhorar a germinação e o desenvolvimento inicial do milho. Pesquisas indicam que a aplicação de silício nas sementes pode estimular a germinação, promover o crescimento inicial das plântulas e aumentar a resistência a estresses ambientais, contribuindo para um melhor estabelecimento da cultura (PEREIRA et al., 2003).
Além disso, a presença de silício nas células vegetais atua na modulação de respostas fisiológicas e bioquímicas, aumentando a atividade antioxidante e reduzindo danos causados por espécies reativas de oxigênio (RANJAN et al., 2021). Esses efeitos fortalecem a planta desde os primeiros estágios de crescimento, melhorando o desempenho agronômico do milho em condições adversas.
Apesar dos avanços, ainda são escassos os estudos que investigam a influência do silício no desenvolvimento inicial do milho, especialmente quanto às diferentes fontes, doses e métodos de aplicação. Portanto, torna-se necessário aprofundar pesquisas que explorem essas variáveis, visando práticas agrícolas mais sustentáveis e eficientes (PONCE et al., 2022).
Diante disso, este trabalho tem como objetivo avaliar o impacto da aplicação de diferentes fontes de silício no tratamento de sementes e seus efeitos sobre a germinação e o desenvolvimento inicial da cultura do milho, contribuindo para o conhecimento sobre tecnologias que aumentem a produtividade e a resiliência da planta frente a estresses bióticos e abióticos.
Material e métodos
O experimento foi conduzido no Laboratório de Tecnologia de Sementes da Universidade do Estado de Mato Grosso – UNEMAT, localizado no município de Alta Floresta – MT, durante o ano de 2022. O delineamento experimental adotado foi o inteiramente casualizado (DIC), constituído por dez tratamentos, quatro repetições, totalizando 40 unidades experimentais e 50 sementes por unidade experimental. Foram avaliadas três fontes de silício (Si): dióxido de silício (910 g de Si), silicato de potássio (168 g de Si) e silicato de sódio e potássio (113,4 g de Si), aplicadas em doses de 30 g, 60 g e 120 g de Si por 100 kg de sementes, assim como apresentado na (Tabela 1).
Tabela 1 – Tratamento de semente de milho com suas respectivas doses de produtos aplicados. Alta Floresta – MT, 2022.
Tratamentos |
Produtos |
(g ou mL) |
|
T1 – Testemunha |
0 |
T2 – Dióxido de silício 30g |
0,0264 g + 10 mL de água destilada para 100 kg de sementes |
T3 – Dióxido de silício 60g |
0,0528 g + 10 mL de água destilada para 100 kg de sementes |
T4 – Dióxido de silício 120g |
0,1056 g + 10 mL de água destilada para 100 kg de sementes |
T5 – Silicato de potássio 30g |
0,14 mL + 10 mL de água destilada para 100 kg de sementes |
T6 – Silicato de potássio 60g |
0,28 mL + 10 mL de água destilada para 100 kg de sementes |
T7 – Silicato de potássio 120g |
0,56 mL + 10 mL de água destilada para 100 kg de sementes |
T8 – Silicato de sódio e potássio 30g |
0,21 mL + 10 mL de água destilada para 100 kg de sementes |
T9 – Silicato de sódio e potássio 60g |
0,42 mL + 10 mL de água destilada para 100 kg de sementes |
T10 – Silicato de sódio e potássio 120g |
0,84 mL + 10 mL de água destilada para 100 kg de sementes |
As fontes de silício foram previamente dissolvidas em 10 mL de água destilada e aplicadas às sementes por embebição, procedimento que garante distribuição uniforme do elemento e favorece a absorção inicial durante a germinação. Após a aplicação, as sementes permaneceram acondicionadas em ambiente controlado para estabilização do tratamento antes do início das avaliações.
As sementes de milho utilizadas pertencem à cultivar LG6790PRO3, colhidas na safra de 2022, com pureza mínima de 98% e germinação mínima de 85%. Os tratamentos foram realizados manualmente em béqueres de 500 mL, com agitação suave por bastão de vidro, permanecendo as sementes em contato com as soluções por 2 minutos em temperatura ambiente.
Após o tratamento, as sementes foram distribuídas entre duas folhas de papel germitest, previamente umedecidas com água destilada em volume equivalente a 2,5 vezes o peso do papel. Em seguida, os rolos foram enrolados, devidamente identificados e acondicionados em sacos plásticos. As sementes foram então colocadas em câmara de germinação BOD, com temperatura controlada de 25°C e fotoperíodo de 12 horas.
Cada tratamento foi conduzido com 200 sementes, distribuídas em quatro repetições, conforme as recomendações do MAPA (2009). A avaliação da germinação ocorreu após sete dias, considerando-se como germinadas as sementes que apresentaram radícula primária com 2 mm de comprimento, contabilizando-se apenas as plântulas normais. Posteriormente, foram selecionadas 10 plântulas normais por parcela, dispostas em formato “X” para as medições.
O comprimento da parte aérea e do sistema radicular das plântulas foi medido utilizando régua e paquímetro. Em seguida, as plântulas foram separadas em parte aérea e raiz para determinação da massa fresca. Após a pesagem inicial, as amostras foram acondicionadas em sacos de papel identificados e secas em estufa com circulação forçada de ar a 60°C por 48 horas.
Após a secagem, as amostras foram pesadas em balança analítica com precisão de 0,001 g, obtendo-se a biomassa seca. O peso de cada amostra foi então dividido pelo número de plântulas, com os resultados de massa fresca e seca expressos em miligramas por plântula (KRZYZANOWSKI, 2000).
Os dados obtidos foram submetidos à análise de variância (ANOVA), e as médias dos tratamentos foram comparadas pelo teste de Scott-Knott a 5% de probabilidade, utilizando o software estatístico SISVAR.
Resultados e discussão
A porcentagem de germinação e de plântulas normais não foram afetadas pelos diferentes tratamentos com silício via tratamento de sementes em comparação à testemunha. Todos os tratamentos apresentaram germinação acima de 87% e plântulas normais acima de 99%, evidenciando a elevada qualidade fisiológica das sementes.
Esses resultados indicam que o tratamento com silício é uma alternativa viável, uma vez que não prejudica a germinação, mesmo quando as fontes contêm potássio e/ou sódio. De fato, embora sais possam, em geral, comprometer a absorção de água e reter ou impedir o processo germinativo por efeitos osmóticos e toxidez iônica que afetam a mobilização do amido via α-amilase, no presente estudo isso não foi observado. Situação semelhante foi descrita em cevada, onde a salinidade retardou a germinação e reduziu o comprimento das plântulas, devido à inibição de enzimas metabólicas essenciais (SIDDIQUI et al., 2024).
A massa verde da parte aérea (M.V.P.A) foi significativamente maior nos tratamentos com dióxido de silício (T3 e T4) e com silicato de sódio e potássio (T9 e T10) (Tabela 2). O tratamento T9 (silicato de sódio e potássio – 60 g) também se destacou nas variáveis massa verde radicular (M.V.R) e massa verde total (M.V.T). Nas variáveis de massa seca da parte aérea (M.S.P.A), massa seca radicular (M.S.R) e massa seca total (M.S.T), os tratamentos com silicato de sódio e potássio (T8, T9 e T10) apresentaram os melhores resultados, evidenciando sua eficácia na promoção de biomassa.
Tabela 2 – Valores médios de massa verde da parte aérea (M.V.P.A), e massa verde radicular (M.V.R), massa total verde (M.V.T), massa seca parte aérea (M.S.P.A), massa seca radicular (M.S.R), massa seca total (M.S.T). Alta Floresta – MT 2022.
Tratamentos |
M.V.P.A |
M.V.R |
M.V.T |
M.S. P A |
M.S.R |
M.S.T |
G |
G |
G |
||||
T1 – Testemunha |
1,43 b |
0,87 c |
2,60 c |
0,14 b |
0,17 b |
0,31 b |
T2 – Dióxido de silício 30g |
1,76 b |
1,25 c |
3,02 c |
0,16 b |
0,19 b |
0,36 b |
T3 – Dióxido de silício 60g |
2,01 a |
1,04 c |
3,05 c |
0,18 b |
0,20 b |
0,39 b |
T4 – Dióxido de silício 120g |
2,18 a |
1,18 c |
3,37 b |
0,18 b |
0,19 b |
0,38 b |
T5 – Silicato de potássio 30g |
1,70 b |
1,17 c |
2,58 c |
0,17 b |
0,18 b |
0,35 b |
T6 – Silicato de potássio 60g |
1,75 b |
1,22 c |
2,97 c |
0,15 b |
0,18 b |
0,34 b |
T7 – Silicato de potássio 120g |
1,56 b |
1,19 c |
2,76 c |
0,16 b |
0,21 b |
0,37 b |
T8 – Silicato de sódio e potássio 30g |
2,08 b |
1,17 c |
2,96 c |
0,20 a |
0,25 a |
0,45 a |
T9 – Silicato de sódio e potássio 60g |
2,07 a |
1,93 a |
4,01 a |
0,21 a |
0,26 a |
0,47 a |
T10 – Silicato de sódio e potássio 120g |
2,02 a |
1,61 b |
3,63 b |
0,20 a |
0,27 a |
0,46 a |
CV % |
12,61 |
13,51 |
9,58 |
9,71 |
8,63 |
8,14 |
CV – Coeficiente de variação
Todos os tratamentos realizados foram utilizados 100 kg de sementes de milho. Valores seguidos pelas mesmas letras não diferem entre si ao nível de 5% de probabilidade pelo teste Scott-Knott.
Esses achados estão alinhados com estudos recentes sobre priming de sementes com silício, que demonstraram melhorias na germinação, pigmentação (clorofila e carotenoides), acúmulo de osmoprotetores, atividade antioxidante e peso seco em plântulas de milho (Hernandez-Apaolaza, 2022). Além disso, o priming com silício combinado à pulverização foliar de enxofre conferiu maior tolerância à seca no milho, elevando parâmetros fisiológicos como teor de água relativa, conteúdo de clorofila e atividade de enzimas antioxidantes (FARMAN et al., 2022).
Sob estresse alcalino, o priming com nanopartículas de silício também foi eficaz em mitigar efeitos adversos no milho, melhorando crescimento, pigmentos fotossintéticos, balanço iônico e atividade antioxidante (ALSAMADANY et al., 2023).
Essas evidências reforçam que o silicato de sódio e potássio atua como fonte eficaz de silício em tratamento de sementes, promovendo vigor inicial e acúmulo de biomassa no milho. A resposta positiva das plântulas sugere que, além da disponibilidade do elemento, a combinação iônica e a forma de aplicação (semente) são determinantes para seu efeito fisiológico.
Munawar et al. (2025) mostrou que a inoculação de sementes com silício aumentou a resistência ao calor em híbridos de milho, promovendo maior atividade antioxidante, uso eficiente de água e manutenção da fotossíntese. Os autores relatam ainda que a aplicação de Si via sementes é uma estratégia eficaz mesmo sob condições térmicas adversas, corroborando o seu achado de que o silicato sódio e potássio favoreceu a biomassa inicial, além disso, complementa os resultados observados no seu experimento ao demonstrar que o priming com silício modula mecanismos antioxidantes e metabólicos que conferem tolerância ao estresse térmico em milho.
Haghaninia et al. (2025) investigaram o priming com nanopartículas de silício observaram que concentrações otimizadas melhoraram germinação e parâmetros fisiológicos, fortalecendo o vigor das plântulas. Eles alertam, porém, que concentrações muito elevadas de Si podem inibir o crescimento inicial, demonstrando a necessidade de calibrar a dose ideal.
O estudo de Raza et al. (2023) em trigo submetido a estresse hídrico mostrou que o priming com nanopartículas de silício aumentou a biomassa, melhorou o conteúdo de clorofila e elevou a atividade de enzimas antioxidantes nas folhas, reduzindo a produção de espécies reativas de oxigênio (ROS). Esses efeitos são coerentes com os ganhos de massa verde observados em seu experimento nos tratamentos com silicato de sódio e potássio.
Siddiqi et al. (2025) abordam o uso de diferentes formas de silício e nanopartículas como alternativa sustentável na agricultura e relatam que Si nanopartículas de silício estimulam germinação, crescimento, acúmulo de biomassa e absorção de nutrientes, incluindo a modulação da expressão gênica de enzimas antioxidantes (SOD, CAT e APX). Essa ação pode explicar, em parte, por que nos tratamentos com silicato sódio e potássio houve expressão mais favorável de crescimento nas plântulas.
No entanto, a resposta ao silício é multifatorial: depende da fonte, concentração, técnica de aplicação e condição ambiental. Futuras investigações devem explorar essas variáveis para otimizar recomendações agronômicas e viabilidade econômica.
Conclusão
A aplicação de silício via tratamento de sementes de milho não influenciou a germinação nem a porcentagem de plântulas normais. Entre as fontes avaliadas, o silicato de sódio e potássio apresentou melhor desempenho nas características fisiológicas, promovendo maior vigor inicial. A presença de potássio e sódio na formulação não prejudicou a absorção de água nem o desenvolvimento das plântulas.
Os resultados indicam que o silicato de sódio e potássio é a fonte mais eficiente para tratamento de sementes. Recomenda-se seu uso para promover o crescimento inicial da cultura.
Conflito de interesses
Não houve conflitos de interesses dos autores.
Contribuição dos autores
Antonio Carlos Buchelt e Jamili da Silva Felder – redação e revisão de dados; Antonio Carlos Buchelt e Aline Madalena Escher – coleta de dados e interpretação dos resultados.
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Recebido em 30 de setembro de 2025
Retornado para ajustes em 17 de janeiro de 2026
Recebido com ajustes em 11 de fevereiro de 2026
Aceito em 16 de fevereiro de 2026












